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O Começo de uma leitura, que me levou a outros lugares

Esses dias comecei a ler “A Cortina de Ouro” do Cristovam Buarque

O Livro é de 1995… trata de “como os sonhos utópicos para o final de nosso século estavam muito além da triste realidade social que nós construímos”
Tem como subtítulo: Os Sustos do final do século e Um sonho para o próximo

Como disse, comecei a leitura esses dias, e não predendo fazer uma resenha do livro neste momento. Mas algo neste começo já me chamou a atenção… e logo nas primeiras linhas; comenta gravuras que encontrou num livro “feitas por um certo Jean-Marc Côté, no final do século passado, representando cenas do ano 2000.” – fiquei intrigado, imediatamente peguei o lap-top e abri janelas do mundo paralelo da leitura…

O que pretendo aqui, é dividir com vocês algumas dessas imagens de 1899 – visionárias de uma utopia tecnologica… e aproveito para copiar um pedacinho da orelha do livro…

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“Nossos antepassados do final do século XIX viveram momentos de fantástica explosão de criatividade técnica, cujo legado já está tão incorporado ao nosso dia-a-dia que sequer o percebemos. Quem hoje imaginaria o mundo sem lâmpada elétrica, automóvel, cinema? Mas a explosão da técnica foi mais longe e contagiou o mundo das idéias, que se tornaram instrumentos eficazes para transformar as sociedades e fazê-las mais felizes, ao menos mais equânimes. O sonho de técnicas em progresso, a esperança de utopias alcançadas: era como se estivesse tudo bem preparado para o esplendor do século seguinte.

Hoje, a cinco anos do novo milênio, que dizer?

O avanço das técnicas foi muito mais além do esperado. Nem a mente mais visionária da literatura de antecipação alcançou prever a realidade virtual, o dinheiro eletrônico e os transplantes de coração. Por outro lado, ao contrário do que se imaginava, o acúmulo de técnicas não eliminou a fome nem a ignorância. E em muitos países o final do século apresenta um quadro social mais trágico do que cem anos antes…”

Rosa Freire d’Aguiar

(em: A Cortina de Ouro, Cristovam Buarque / Ed. Paz e Terra – 1995)

Social Media Cases

Pessoal,

Como vários entre nós, tenho vivenciado um dilema entre ROI (Return on investment) e engajamento, criação de relacionamento, valor intangível da marca, participação do usuário/cliente/público/opinião pública, etc.

Nas minhas pesquisas por referências encontrei este vídeo que mostra alguns exemplos de marcas e pessoas que apostaram na mídia social e ganharam produtividade nos negócios.

Outra coisa muito interessante que achei nessas andanças é o CRM Social, ou vice-versa. Que bom seria se fosse fácil conhecer matematicamente nosso público das redes sociais. Melhor ainda se pudéssemos criar um relacionamento real, físico e ao vivo com boa parte desse público e ainda sim ter nosso banco de dados cheio de informação para podermos somar ao aprendizado do verdadeiro relacionamento.

Então fica a dica: www.socialcrm.net

Abraços!

Dieta digital

Uma grande coincidência nesta manhã de sábado. Primeiro, começamos a tentar gestionar, via e-mail, um esquema de carona entre os alunos. Uma hora depois, o Vinícius Barbizani criou – finalmente – o nosso blog.

O rápido brainstorming sobre “qual plataforma usar (você já ouviu isso algumas vezes na sua vida!) para organizar as caronas”. O Mauricio Felicio terminou rápido a discussão: calma, calma. Que tal talvez NENHUMA?

Ontem ouvimos a Martha Gabriel falar de obesidade digital, excesso de ferramentas, redes sociais, aplicativos, gadgets. Acompanhar tudo virou uma necessidade social mais forte do que ter que ir ao churrasco de aniversário do melhor amigo mesmo com dor de cabeça. Seguir, atualizar, ler, clickar e digitar nisso tudo dá sim dor de cabeça. Será mesmo que vamos perder um amigo se fizermos uma dieta digital?

Parece até que o blog é contraditório, vem de encontro à vontade de fazer essa dieta. Na minha opinião, digamos que precisamos continuar comendo proteínas. Acredito que esse blog, espaço para trocar informações úteis e experiências dos 15 dias que passamos longe – e ampliar aqueles ricos 20 minutinhos do intervalo -, seja a proteína.

Usemos e abusemos.

P.S.: Colo um tweet da Martha Gabriel promovendo o suicídio virtual

Obesidade digital? A Suicide Machine te ajuda a eliminar perfis do mundo 2.0 >>> http://bit.ly/ds9kR1#CulturaDigital